terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dicas de segurança: Evite acidente com eletricidade















Nada é mais importante do que a vida. Mas em muitos casos as pessoas só se dão conta disso quando o pior acontece…
Com eletricidade não se brinca! Estamos sujeitos a levar choques elétricos ou causar acidentes devido ao mau uso da energia elétrica.
Para evitar tudo isso, o Programa Casa Segura indica aqui algumas medidas bem simples.
Veja aqui algumas histórias e relatos e também dados interessantes sobre o assunto
Fique ligado!
Cuidados em casa
  • Não sobrecarregue as instalações elétricas. Elas devem ser projetadas de modo que seja possível prevenir perigos como incêndios e curtos-circuitos devido ao superaquecimento dos fios.
  • Não faça gambiarras. Instalações elétricas provisórias ou precárias podem provocar choques elétricos e incêndios.
  • Evite o uso de “benjamins” ou “Ts” para evitar sobrecarga. Prefira sempre instalar mais tomadas.
  • Instale o fio terra e dispositivos DR. Evite choques elétricos.
  • Use circuitos separados para iluminação e tomadas.
  • O quadro de luz deve estar sempre limpo, ventilado e desimpedido, longe de botijões de gás.
  • Não deixe aparelhos elétricos ao alcance das crianças.
  • Quando for trocar uma lâmpada, desligue o disjuntor.
  • Feche a água pelo registro antes de mudar a chave seletora quente/frio do chuveiro ou da torneira elétrica.
  • Nunca puxe o fio para desligar um aparelho da tomada.
  • Leia atentamente as instruções do fabricante ao instalar aparelhos elétricos.
  • Limpe os eletrodomésticos só depois de retirá-los da tomada.
  • Verifique se os aparelhos elétricos não estão com os fios desencapados.
  • Se as lâmpadas ou aparelhos elétricos de sua residência queimam com frequência, os disjuntores desarmam ou as tomadas e os fios estão ficando quentes, chame um eletricista qualificado.
  • Jamais coloque roupas na parte traseira do seu refrigerador.
  • Não mexa na parte interna de uma TV ou vídeo cassete, mesmo que eles estejam desligados. A carga elétrica fica acumulada em algumas partes do aparelho.
  • Ao usar cortador de gramas elétrico fique atento ao fio de energia do aparelho para que ele não seja atingido pela hélice.
  • Cuidado com instalações elétricas em lugares úmidos, como lavanderias, garagens e jardins.
  • Quando houver tempestade com descargas atmosféricas (raios), desligue os aparelhos das tomadas e evite atender ao telefone.
  • Somente pessoas com conhecimento técnico devem executar trabalhos em instalações elétricas.
Perigos fora de casa
  • Reformas e obras civis, poda de árvores e trabalhos próximos à rede elétrica só devem ser realizados por pessoas com conhecimento técnico.
  • Não entre em áreas de instalações de energia elétrica. Se precisar pegar alguma coisa que tenha caído neste local, solicite a uma pessoa responsável pela guarda, operação ou manutenção dessa instalação.
  • Respeite os avisos de “Perigo – Alta Tensão” ou “Perigo de Morte”. Se foram colocados ali, certamente estão lá para protegê-lo.
  • Nunca suba nos postes de energia e nas torres de alta tensão. Além do choque elétrico, poderá sofrer uma queda.
  • Não atire arames, pedras ou outros objetos nos cabos, isoladores e equipamentos das redes de energia elétrica.
  • Ao soltar pipas procure lugares longe de redes de energia elétrica. E se uma pipa enroscar nos cabos da rede, não tente tirá-la. Chame um profissional da empresa de energia elétrica de sua cidade.
  • Instale antenas ou outros objetos metálicos longe da rede de energia elétrica.
  • Quando encontrar um cabo partido no chão, não toque. Fique longe e chame um profissional da empresa que presta serviços em sua cidade para resolver o problema.
  • Se encontrar uma pessoa que foi eletrocutada, não toque nela. Afaste o cabo ou o fio da pessoa com um pedaço de madeira seca ou outro objeto que não conduza a energia elétrica e chame socorro.
  • Fogueiras e queimadas debaixo dos cabos de rede de energia elétrica podem danificá-los e provocar falta de energia e acidentes.
  • Não suba nem encoste em árvores que estejam tocando os cabos das redes de energia elétrica.
  • Em acidentes automobilísticos envolvendo postes de energia elétrica, se estiver dentro do veículo procure não sair até chegar o socorro. Se não for possível esperar, salte para longe do carro com os dois pés juntos, evitando encostar-se ao veículo e ao chão ao mesmo tempo.
  • Caminhões com cargas muito altas podem ficar presos nos cabos da rede elétrica. Se isto ocorrer, não toque no veículo.
  • Em uma tempestade com descargas atmosféricas (raios), não fique debaixo de árvores, principalmente em lugares abertos.
  • Antes de iniciar qualquer trabalho na rede elétrica, o profissional deve interromper a corrente e deixar um aviso para que os outros não a liguem

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O fio certo para o chuveiro certo

O fio certo para o chuveiro certo


Uma das ocorrencias mais comuns é a instalação de chuveiros com fiação inadequada à potência do chuveiro. A tabela abaixo mostra algumas potências de chuveiros e os seus respectivos disjuntores e cabos:






Potência fiação mínima disjuntor

4800W 4 mm² 25A

5500W 4mm² 30A

6800W 6mm² 35A

7500W 6mm² 40A



Obs: esta tabela é apenas uma referência, o ideal é seguir o que recomenda o fabricante.

domingo, 6 de novembro de 2011

DICAS DE SEGURANÇA DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

PÁRA-RAIOS EXTERNOS

São projetados para projetar as edificações e, em parte, as pessoas que nelas estão. A sua função é levar a energia do raio com segurança para a terra. Sua instalação deve seguir norma específica (ABNT 5419:2001) por técnicos especializados. O pára-raios externo não proteje os aparelhos eletroeletrônicos, pois não elimina os surtos elétricos.

ATERRAMENTO

O aterramento é a ligação elétrica intencional com a terra através de um fio condutor de segurança (fio terra) e hastes metálicas cravadas no solo. Na maioria das residências, o fio neutro também é condutor de segurança (esquema TNC da norma técnica) e é instalado e aterrado junto ao medidor de entrada de energia (relógio de luz). Mas atenção, o fio terra, isoladamente, não protege o aparelho dos surtos elétricos.

COMO PROTEGER SEUS EQUIPAMENTOS

Filtros de linha, estabilizadores e nobreak.
(O item 5.5 da NBR 5410:1997 - Proteção contra quedas e faltas de tensão regulamenta estas instalações.)
São utilizados em computadores e equipamentos eletrônicos que necessitem de um fornecimento de energia ininterruptível e estável. Também é possível proteger os equipamentos ligados à rede telefônica. Os filtros de linha eliminam ou atenuam apenas ruídos de radiofreqüência e interferências eletromagnéticas geradas na própria instalação. Já os estabilizadores funcionam para minimizar variações lentas e pequenas de tensão na rede elétrica. A principal função do Nobreak é fornecer energia ininterrupta aos equipamentos, mesmo na ausência total de energia proveniente da rede elétrica.
MAS ATENÇÃO: OS FILTROS DE LINHAS, ESTABILIZADORES E NOBREAK NÃO PROTEGEM TOTALMENTE OS EQUIPAMENTOS, POIS ELES NÃO OFERECEM PROTEÇÃO CONTRA OS SURTOS ELÉTRICOS.

DPS - DISPOSITIVO PROTETOR DE SURTO

(O item 5.4.3 da NBR 5410:1997 - Sobretensões de origem atmosférica regulamenta estas instalações.)
Um dos dispositivos disponíveis no mercado são os DPS, Dispositivo Protetor de Surtos. É um equipamento eletrônico que fica instalado junto ao quadro de distribuição central de rede elétrica, como se fosse um disjuntor, porém fica em paralelo com a rede elétrica da residência, não interrompendo a distribuição de energia em caso de mau funcionamento deste dispositivo.
Como o próprio nome diz, este dispositivo só protege as instalações contra os surtos, ou seja, quando uma descarga atmosférica incide direta ou indiretamente na rede elétrica que alimenta sua residência, a corrente induzida que atingiria os equipamentos, caso este não fosse utilizado, passa por ele.
São indicados para regiões onde a incidência de descargas atmosféricas é igual ou superior a 25 dias/ano e estão disponíveis para proteção de surtos de 8kA a 90kA
QUANDO OS APARELHOS NÃO POSSUEM PROTETORES ADEQUADOS, EM CASO DE TEMPESTADES, DESLIGÁ-LOS DA TOMADA É O MAIS RECOMENDADO.

sábado, 5 de novembro de 2011

Dicas Gerais




Se possível, use aparelhos elétricos fora do horário de pico (18 às 21h).
Alguns eletrodomésticos, como geladeiras, freezers, aparelhos de ar-condicionado; motores; coletores solares; e lâmpadas, têm consumo medido por centros de pesquisas do governo. Os mais eficientes ganham o Selo Procel. Na hora da compra, escolha esses modelos.
Ao viajar, desligue a chave-geral.
Tomadas quentes são sinônimo de desperdício. Por isso, evite o uso de benjamins.
Use fios de bitola adequada. Na hora de fazer a instalação, consulte sempre um técnico especializado.
Emendas mal feitas ou com fios de bitolas diferentes causam perda de energia.
Sistema solar de aquecimento de água
Quando for adquirir um sistema de aquecimento solar dê sempre preferência aos modelos com o Selo Procel.
Dimensione adequadamente o sistema (coletores e reservatórios) para a quantidade de água que será utilizada por dia.
Utilize a tubulação adequada para a rede hidráulica de água quente, com isolamento térmico necessário.
Os vidros dos coletores devem ser lavados periodicamente com água e sabão neutro, para que não ocorra queda no rendimento do sistema. Quando realizar o procedimento, faça sempre no começo da manhã para evitar choque térmico e consequentemente a quebra do vidro.
A instalação do sistema deve ser feita por profissionais especializados. Um sistema mal instalado pode comprometer o funcionamento do sistema.
Procure reduzir seu tempo de banho. Economizar água também é importante.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

CURTO-CIRCUITO POR QUE ELES OCORREM.



Incêndio provocado por um curto-circuito 
Incêndio provocado por um curto-circuito


Quando assistimos em telejornais notícias relacionadas a incêndios, ficamos nos perguntando “mas o que causou o incêndio?”. Vários incêndios são provocados por curtos-circuitos que ocorrem em circuitos elétricos, nos quais a corrente elétrica é rapidamente elevada.

Podemos dizer que o curto-circuito ocorre porque a corrente elétrica que sai do gerador percorre todo o circuito e volta com a intensidade muito elevada.

Ele pode causar vários danos nos circuitos elétricos, pois provoca reações muito violentas em virtude da dissipação instantânea de energia. Nessas reações ocorrem explosões, dissipação de calor, produção de faíscas, etc.

Com a finalidade de evitar o curto-circuito são colocados fusíveis ou disjuntores no local onde passa corrente elétrica. Os disjuntores funcionam como um interruptor automático, pois quando detectam falha na corrente elétrica automaticamente são desligados, deixando assim o circuito aberto. Uma das características dos disjuntores é que podem ser religados manualmente. Já os fusíveis possuem a mesma característica, sendo diferenciados pelo fato de ficarem inutilizados quando realizam a interrupção.


Curto-circuito

Quando dois pontos de um circuito são ligados por um fio de resistência desprezível, dizemos que há curto-circuito, o que significa que os dois pontos têm o mesmo potencial. Em alguns casos, provocando um curto-circuito podemos eliminar um resistor do circuito, pois ele deixará de ser percorrido por corrente.

Na figura abaixo vemos um circuito em que os pontos X e Y foram ligados por um fio de resistência desprezível.
Circuito ligado por um fio de resistência desprezível
Circuito ligado por um fio de resistência desprezível
Quando a corrente elétrica atinge o ponto X, ela é totalmente desviada pelo fio de resistência r = 0, indo para o ponto Y. Desse modo, os pontos X e Y passam a ter o mesmo potencial e podem ser considerados o mesmo ponto, como mostra a figura abaixo.
A resistência R2 não é mais percorrida por corrente elétrica
A resistência R2 não é mais percorrida por corrente elétrica
O resistor de resistência R2 não é percorrido por corrente e pode ser eliminado do circuito. Desse modo, a resistência equivalente desse circuito é calculada da seguinte maneira:

Req = R1 + R+ R4
Por Domiciano Marques
Graduado em Física
Equipe Brasil Escola
imagem de um poste de energia preste a ocorrer
um curto circuito.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

FONTES DE ENERGIA


A geração, a transmissão e a distribuição de energia é um processo de fundamental importância para a sociedade e desenvolvimento econômico. Faz-se necessária em nossas casas, ruas, meios de transporte, atividade econômica, etc. No entanto, as fontes energéticas mais utilizadas são as não renováveis e suas reservas estão se esgotando. 


As fontes de energia é um conteúdo muito importante no estudo da Geografia. Ao se trabalhar esse tema em sala de aula deve-se realizar um planejamento de aula bem estruturado, com a utilização de metodologias inovadoras que possam despertar a atenção dos alunos. 


Faça uma abordagem sobre a importância da energia para a sociedade, como ela está presente na nossa rotina e de que forma ela contribui para o desenvolvimento econômico. 


Em seguida, construa uma tabela destacando as fontes energéticas renováveis e as não renováveis. Divida a turma em grupos, e a tabela deve ser preenchida com as principais fontes de energia utilizadas atualmente de acordo com sua origem (renovável ou não renovável). 


Não Renovável 


Petróleo: 
Obtenção – Depósitos fósseis no fundo do mar ou em grandes profundidades continentais. 
Uso – Produção de combustíveis, como a gasolina e o diesel, e produtos como o plástico. 
Vantagens e Desvantagens – Facilidade de transporte e distribuição. Sua queima polui a atmosfera. 


Gás natural: 
Obtenção – Ocorre na natureza, associado ou não ao petróleo. 
Uso – Produção de energia elétrica e de combustível para veículos, caldeiras e fornos. 
Vantagens e Desvantagens – Emite poucos poluentes. Os custos para distribuição são elevados. 


Carvão mineral: 
Obtenção – Resulta da transformação química de grandes florestas soterradas. 
Uso – Produção de energia elétrica e aquecimento. 
Vantagens e Desvantagens – Facilidade de transporte. Sua queima contribui com a chuva ácida. 


Energia Nuclear: 
Obtenção – A partir da quebra de átomos de urânio. 
Uso – Produção de energia elétrica e armas atômicas. 
Vantagens e Desvantagens – Não emite poluentes. Falta tecnologia para tratar o lixo nuclear. 


Renovável 


Hidrelétrica: 
Obtenção – A partir da energia liberada por uma queda d’água, que faz girar uma turbina. 
Uso – Produção de energia elétrica. 
Vantagens e Desvantagens – Não emite poluentes. A construção de usina alaga grandes áreas. 


Eólica: 
Obtenção – Movimentos dos ventos captados por pás de turbinas ligadas a geradores. 
Uso – Produção de energia elétrica. 
Vantagens e Desvantagens – Não emite poluentes. Produz ruído excessivo e interfere nas transmissões de rádio e TV. 


Marés: 
Obtenção – A partir das alterações de nível das marés, através de barragens (que aproveitam a diferença de altura entre as marés alta e baixa) ou através de turbinas submersas (que aproveitam as correntes marítimas). 
Uso – Produção de energia elétrica. 
Vantagens e Desvantagens – Não emite poluentes. Altos investimentos e baixa eficiência. 


Solar: 
Obtenção – Aquecimento de placas de material semicondutor, como o silício. 
Uso – Aquecimento e produção de energia elétrica. 
Vantagens e Desvantagens – Não emite poluentes. Exige grandes investimentos. 


Biomassa: 
Obtenção – Decomposição de material orgânico. 
Uso – Aquecimento, produção de energia elétrica e biogás (metano). 
Vantagens e Desvantagens – Não interfere no efeito estufa. Exige alto investimento. 


Após a construção e correção do quadro produzido pelos estudantes, promova um ciclo de debate abordando as formas de obtenção e os aspectos positivos e negativos de cada fonte energética. Destaque os problemas ambientais ocasionados pela utilização, principalmente, do petróleo, cuja queima libera gases poluentes responsáveis pelo efeito de estufa. 
Durante o debate é de suma importância o processo de conscientização para a redução do desperdício de energia, destacando possíveis atitudes para realização desse processo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O que é a Energia Eólica?



A energia eólica representa o aproveitamento da energia cinética contida no vento para produzir energia mecânica (a rotação das pás) que pode a seguir ser transformada em energia eléctrica por um gerador eléctrico.
O vento é utilizado há milhares de anos para responder às necessidades energéticas da actividade humana, por exemplo para propulsar meios de transporte (barcos à vela), bombear água ou permitir o funcionamento de actividades industriais, como era o caso dos moinhos de vento ainda visíveis no cume de muitos montes portugueses.
Como a maior parte das fontes de energia renovável (excepto a energia geotérmica), a energia eólica é uma forma de energia solar: tem origem no aquecimento da atmosfera pelo sol, que põe em movimento as massas de ar. A rotação da terra, a forma e cobertura da superfície terrestre e os planos de água, influenciam por seu turno o regime dos ventos, ou seja, a velocidade, direcção e variabilidade do vento num determinado lugar.
Hoje em dia, a energia eólica é cada vez mais utilizada para produzir electricidade, seja para utilização local descentralizada, por exemplo em lugares isolados, seja em grandes “parques eólicos” constituídos por vários aerogeradores ligados à rede eléctrica.